

Após desistir de participar das Eliminatórias em 1938, os americanos voltaram em 50, no Brasil. Nesta Copa, os Estados Unidos levaram um time que tinha apenas um jogador profissional e vários imigrantes e terminaram eliminados na fase de grupos, em último lugar. Antes disso, comemoraram uma vitória histórica, que virou até filme: 1 a 0 sobre seus colonizadores e grandes favoritos, a Inglaterra, em Belo Horizonte.
Foram necessários 40 anos para que os americanos retornassem à Copa, na Itália, em 1990. A inexperiente seleção americana foi goleada pela Tchecoslováquia na estréia e teve derrotas simples para Itália e Áustria antes de dizer adeus ao torneio. Quatro anos depois, os ianques organizaram a Copa do Mundo e mostraram grande evolução sob o comando do técnico Bora Milutinovic. Após estrear empatando com a Suíça, os EUA derrotaram a favorita Colômbia por 2 a 1, com uma ajuda do zagueiro Andres Escobar, que abriu o placar com um gol contra. Após ser derrotada pela Romênia, a seleção se classificou em terceiro lugar no grupo e acabou eliminada pelo Brasil numa partida tensa em São Francisco, em que jogou com um jogador a mais a maior parte do tempo, mas sem seu craque, Tab Ramos, vítima de uma cotovelada do lateral Leonardo.
Na França, em 1998, os Estados Unidos regrediram e não marcaram nenhum ponto. O destaque ficou por conta do histórico confronto contra o Irã, rival político e religioso, vencido pelo time oriental por 2 a 1. Em 2002, no Japão/Coréia, os americanos voltaram a surpreender. Na estréia, os ianques derrotaram os favoritíssimos portugueses por 3 a 2. Após um empate com os donos da casa, a Coréia do Sul, e uma derrota para a Polônia, os EUA se classificaram em segundo lugar no grupo e encontraram os vizinhos mexicanos nas oitavas-de-final. Os americanos convenceram e derrotaram o adversário por 2 a 0, avançando às quartas, onde sufocaram a vice-campeã Alemanha, mas acabaram eliminados por 1 a 0.
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